Desempenho Eleitoral em 2026

O Brasil abriga mais de 400 mil farmacêuticos, mas a presença dessa classe no cenário político nacional ainda é limitada. Em 2026, dos 24 candidatos farmacêuticos que concorreram a uma vaga na Câmara dos Deputados, apenas dois foram eleitos. Nenhum farmacêutico conseguiu uma cadeira no Senado.

Alice Portugal e Ricardo Coutinho foram os únicos candidatos da categoria a conquistar uma vaga na Câmara. Eles foram eleitos impulsionados por outras frentes políticas, não exclusivamente pela defesa dos interesses farmacêuticos. Este resultado ressalta a necessidade de maior engajamento político por parte da classe.

A Importância da União Política

A representatividade no Congresso Nacional é crucial para a definição de pautas como o piso salarial dos farmacêuticos. Sem uma presença significativa, a classe perde força nas negociações e no avanço de legislações que beneficiem a profissão.

O baixo número de eleitos sugere que a falta de união e estratégias políticas eficazes impactam diretamente nos resultados eleitorais. A busca por maior coesão política é um desafio que precisa ser enfrentado pelos farmacêuticos nos próximos anos.

Resultados Eleitorais

  • Paraíba: Ricardo Coutinho - 163.277 votos
  • Bahia: Alice Portugal - 114.393 votos
  • Minas Gerais: Roncali da Farmácia - 8.726 votos
  • Rio de Janeiro: Dra. Talita Barbosa - 8.125 votos
  • Paraíba: Maísa Cartaxo - 7.419 votos
  • Goiás: Carol Molinari - 5.883 votos
  • Bahia: Josy Almeida - 5.768 votos
  • Minas Gerais: Junia Medeiros - 4.638 votos
  • São Paulo: Marquinho Santa Casa - 4.623 votos
  • São Paulo: Cassio Gallo - 3.356 votos
  • Santa Catarina: Hortência Tierling - 2.741 votos
  • Pará: Dra. Anny Gabi - 2.398 votos
  • Rio Grande do Sul: Mirco Coronetti - 1.885 votos
  • Rio Grande do Sul: Francisco Isaias Bancada Negra - 1.504 votos
  • Maranhão: Carol Noleto - 630 votos
  • São Paulo: Elizabete Gonçalves - 473 votos
  • Pará: DRª Thais Carvalho - 44 votos

Planejamento Futuro

Com o encerramento das eleições, o momento é propício para o planejamento das próximas campanhas. A classe farmacêutica deve buscar estratégias que fortaleçam a união e ampliem a representatividade política.

O engajamento político não deve se limitar ao período eleitoral. A construção de uma base sólida de apoio e a disseminação da importância do voto consciente podem ser diferenciais para as eleições futuras. A meta é garantir que os interesses farmacêuticos sejam devidamente representados e defendidos no Congresso Nacional.